O pânico na atualidade



O pânico se manifesta em função de perdas. Perdas que a pessoa vivencia como se fossem reais, ainda que possam ser apenas sensações. Perdas afetivas, insegurança financeira, perda de alguém ou até mesmo de um animal de estimação
 
A partir da observação do sofrimento causado pelo “Pânico” dediquei-me a estudar métodos que pudessem aplacar os sintomas deste “Mal do Milênio”.
A necessidade de adaptação das pessoas às transformações sentidas na atualidade acabaram por gerar um incrível medo de mudanças, inevitáveis nos dias de hoje.
De acordo com a aceleração do Planeta, estamos vivendo um momento atípico de transição que se faz sentir em todos os segmentos da vida.
Este é o momento de eliminarmos o “lixo” que vínhamos carregando durante eons de existência.
Há pessoas mais sensíveis que ao se defrontarem com esta situação, não identificam o que está acontecendo e somatizam diante do susto, da mudança, entrando em Pânico.

O Pânico se manifesta em função de perdas
 
Perdas que a pessoa vivencia como se fossem reais, ainda que possam ser apenas sensações. Perdas afetivas, insegurança financeira, perda de um ente querido ou até mesmo de um animal de estimação muitas vezes são os responsáveis pela deflagração do Pânico. Isto porque, a concentração de afeto cristaliza a emoção, a pessoa dimensiona a situação, exagera a emoção negativa, não consegue enxergar saída, entra nesse redemoinho onde vivência a crise como se estivesse sendo atacada por um tigre assumindo essa condição como real.
Outros casos há, onde a situação é real e o fato desencadeia a crise em si.
Os sintomas psicossomáticos são os mais diversos, diferenciados pelas próprias características individuais. São reconhecidos e identificados como Síndrome, porque fazem parte de um conjunto de sintomas que caracterizam o próprio Pânico.

Cada pessoa exacerba um determinado sintoma: sudorese, labirintite, sensação de que falta o chão (passo do marujo), motor na cabeça, desejo de ficar confinado, medo de sair, não tomar banho pelo medo de passar mal no chuveiro, medo de ficar sozinho.
A pessoa neste estado fica quase sempre impossibilitada de exercer as atividades do cotidiano. O Pânico interfere no convívio familiar, na produtividade profissional, no convívio social. É um momento de intenso sofrimento, onde qualquer ameaça passa a ser absolutamente verdadeira, onde se torna freqüente o medo de morrer.
Nestas ocasiões são de grande intensidade o desequilíbrio energético, a aceleração do movimento cardíaco, a ameaça dos pensamentos, a instabilidade psíquica, as constantes oscilações de humor e insônia. A falta de conhecimento da procedência destes sintomas contribui para a sensação de pavor que tem como conseqüência o desequilíbrio psicológico, mental e espiritual.




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