Gianecchini e Paola Oliveira em cenas prá lá de sensuais

Veja algumas fotos dos bastidores do ousado filme Entre Lençóis, que estréia nesta sexta-feira nos cinemas    Entrevista Natália Mestre Num quarto de motel, o encontro ardente entre dois desconhecidos. Na cama, os belos corpos nus de Paola Oliveira e Reynaldo Gianecchini, ou melhor, Paula e Roberto, seus respectivos personagens, vivendo tórridas cenas de paixão. O longa-metragem Entre [...]
Por Redação

Veja algumas fotos dos bastidores do ousado filme Entre Lençóis, que estréia nesta sexta-feira nos cinemas 

 

Entrevista Natália Mestre

Num quarto de motel, o encontro ardente entre dois desconhecidos. Na cama, os belos corpos nus de Paola Oliveira e Reynaldo Gianecchini, ou melhor, Paula e Roberto, seus respectivos personagens, vivendo tórridas cenas de paixão.

O longa-metragem Entre Lençóis, com estréia prevista para dia 5 de dezembro, expõe as minúcias e fragilidades do relacionamento a dois. “Trata-se de um poema sobre o amor a primeira a vista”, define o cineasta colombiano Gustavo Nieto Roa, que faz sua primeira participação no cinema brasileiro.

 

 

A Chiques e Famosos conversou com Gianecchini e Paola para saber como foram as filmagens. Veja a entrevista:

Reynaldo, como fez para não banalizar seu strip-tease no filme?

Essa cena não estava prevista, foi durante a releitura do texto que a Paola sugeriu que eu fizesse um showzinho para ela. Sabia que uma cena assim corria o risco de ficar ridícula, por isso achei que tinha de torná-la divertida. Não lembro como fiz, acho que nem saberia fazer de novo, foi rolando. Tinha uma cena minha de nu frontal que eu pedi para cortar porque achei meio grosseira.

Você também fez o strip na base da brincadeira, Paola?

Sim. Apostei no lado divertido do strip, que é melhor do que aquela imagem sensual e clichê.

Foi fácil ficar nu, Reynaldo?

Ficar nu não é nada confortável. Passo 90% do filme sem roupa. Mas achei que era um desafio a ser vencido.

 

Paola, como foi para você?

É tudo tão novo para mim. Meu primeiro filme e já com cenas de nu. Fiquei supernervosa, encanada, não conseguia relaxar. Quis saber do diretor até onde iriam as cenas de nu, o quanto ele estava disposto a ceder, o que poderia ser negociado. Tenho meus limites e deixei bem claro a todos.

Durante as cenas não rolou nem um clima assim entre você e a Paola, Reynaldo? Vocês usaram tapa-sexo?

O que menos tem nessas cenas é tesão. As cenas de sexo são uma doidera, tem sempre uma maquiadora passando base para esconder uma manchinha, o diretor pedindo o seu melhor ângulo, um monte de gente falando e andando ao redor. Tudo é muito coreografado. Em algumas cenas eu usei o tapa sexo, em outras não tinha como.

Paola?

Essa é a magia do cinema. É ver que aquele caos que não fazia sentido no início dá um resultado mágico no final. Eu tentava estar sempre de tapa sexo.

 

 

No filme, Reynaldo, vocês se apaixonam à primeira vista. Você crê nesse tipo de relacionamento?

Acredito que os personagens viveram um grande amor, lá dentro do quarto. Não sei se ele sobreviveria lá fora. Eu acredito na entrega, na intensidade do momento. Acho que se você se modifica de alguma forma já é uma grande paixão, não importa o tempo que dure.

E você, Paola?

Eu também acho. No caso dos personagens eles certamente saíram modificados depois daquele encontro, aquilo marcou a vida dos dois. Foi uma noite muito intensa!

 

 

 

 

Fonte: Revista Chiques e Famosos, ed. 04

Fotos: Divulgação

 

 

 

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