Doce de jiló

Nada de torcer o nariz! Acredite: o amargo virou doce e fica realmente uma delícia. Aceite o desafio e surpreenda-se com essa receita    Foto: Mário Leite O jiló geralmente é consumido ainda verde, cozido com carne ou firto. Costuma ser muito utilizado no interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Terapeuticamente, o jiló é recomendado como [...]
Por Redação

Nada de torcer o nariz! Acredite: o amargo virou doce e fica realmente uma delícia. Aceite o desafio e surpreenda-se com essa receita

   Foto: Mário Leite

O jiló geralmente é consumido ainda verde, cozido com carne ou firto. Costuma ser muito utilizado no interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Terapeuticamente, o jiló é recomendado como estimulante do metabolismo hepático, regulador digestivo e utilizado contra gripes, resfriados e estados febris.

 

Mas oi pelas mãos da quituteira D. Ritinha que o jiló virou doce. Natural do interior de Goiás, ela esteve durante anos à frente da cozinha do Hotel Estância Barra Bonita, onde criou alguns pratos e sobremesas que, ainda hoje, são preparados sob o comando do chef Rodrigo Aranha. Entre eles, está o doce de jiló em calda, receita que D. Ritinha elaborava ao sentir saudades da avó.  Conheça a receita original:

Doce de jiló em calda

1. Separe 1 kg de jiló

2. Corte as pontas do fruto e marque com a faca o jiló (como se fosse em cruz)

3. Afervente por 5 minutos

4. Deixe de molho por 4 dias

5. Troque a água duas vezes por dia

Calda

1. Separe 2 kg de açúcar e 2 litros de água

2. Faça uma calda e leve para ferver com o jiló. Se preferir, coloque alguns cravos e ramas de canelas

 

3. Armazene em um recipiente de vidro na geladeira